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segunda-feira, 22 de junho de 2009

Sodomia


Eis que entras fundo, feroz,

Entre nádegas resistentes
E sensíveis,
De brancas carnes, ansiosas
Pelo falo erguido
Teu!

Eis que m’atormentas
(enlouqueço)
Fustigas-me, atiças-me,
E entre o lamento e o rugido
Solto o queixume
Num gemido…

Eis que (te) vens, contorcido
Entre êxtase e exaltado
Completas a cópula
E insistes
Sodomizas-me
Eu gosto, tu resistes,
E ecoa o grito final…

8 silêncios:

meditador disse...

Não há segredos....simplesmente belo!!!

OUTONO disse...

Há segredos...que são prazeres...infinitos. Um bom segredo, vale mil prazeres de palavras provocadoras...no coito pertença a dois...

Neste deleite, há "palavras soltas" de sibilos luxúria...até ao êxtase do apogeu escrito.

Beijo

Jorge Oliveira disse...

Há um pouco de ti que é muito. Incapaz de chegar até ti, eu guardo para mim o pouco de ti que posso ter, um quase nada que é tão imenso.

intimidades disse...

adorei o teu blog

Simplesmente excitante


Jokas
Paula

meus instantes e momentos disse...

muito bom o post.Muito bom
Gostei do teu blog, foi bom vir aqui.
Maurizio

Nilson Barcelli disse...

O teu poema é eroticamente belo.
Para além disso é uma lição, não de amor, mas de poesia.
Bravo querida Lua.
Beijo.

José Alberto Valente disse...

sodoma, cidade etérea...

a saborear disse...

divinal